terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Frase da semana...

"A lagrima é o sumo de um coração espremido..."

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Como poucos sabem minha vida mudou triplamente nos últimos dias, por isso a ausência de textos e afins. Mas li um texto interessante e vou dividir com vocês:
'Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo... e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso.'
Michael Jordan
Os Fracassos de Michael Jordan, e os seus...
Se o maior jogador de basquete da história, responsável pela quebra de praticamente todos os recordes mundiais desse esporte, aceita e supera cada falha, cada fracasso, e ainda diz que foram eles que o tornaram um sucesso mundial, por que tanta preocupação com os erros que você cometeu na semana passada, no mês passado, no ano passado ou no último final de semana?
Se seus erros tiverem sido graves, se você tiver machucado física ou emocionalmente alguém, reflita sobre isso, mude seu comportamento agora, e carregue o aprendizado e a cicatriz em seu coração. Isso tornará você uma pessoa melhor hoje e amanhã, já que o ontem não pode ser mudado.
Mas cada erro, cada falha deve ser usada por você para aprender melhor o caminho, para encontrar em sua mente o Poder Pessoal que vai colocar seus pés no pódio da vida.
Outras pessoas viram seu erro? E daí? Será que havia câmeras transmitindo seus erros para 100 milhões de pessoas ao vivo? Pessoas que contavam com você? Improvável. Mas quando Michael Jordan erra, milhões de pessoas se lembram.
Se Michael Jordan não se deixa desanimar por um erro cometido na frente de 100 milhões de pessoas (e registrado para a história), porque você se deixaria desanimar pelos seus? Use cada erro como uma escada para fazer a coisa certa. Peça desculpas, descanse, volte ao treinamento e inicie uma nova partida. Sua quadra é em casa, com sua família, no trabalho, na escola, com sua alma gêmea ou em todo lugar em que você esteja nos próximos sete dias. Mesmo quando sua única platéia é seu espelho.
E lembre-se do que Jordan diz: 'Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que eu sou um sucesso'. O que Jordan quer dizer é que não é possível alcançar o sucesso sem passar pelo fracasso. Deixe-me repetir isso: não é possível. Até quando nascemos, as lágrimas chegam antes dos sorrisos.
Ao terminar essa frase, o jogo vai começar. O Treinador está olhando. Dê o melhor que puder. Respire profundamente, sorria... e boa sorte!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Não fecha a porta, tá? Tranquilo?

Em "Avatar: Special Edition", James Cameron oferece mais detalhes de Pandora

Não sei se muitos vão concordar, mas Avatar foi o meu primeiro filme 3D e isto me marcou. Então vale a pena esta notícia.
Rever um filme do qual a gente gosta muito é como reencontrar um velho amigo - aquilo que inspirou a ligação em primeiro lugar continua lá, mas nunca se sabe o que aconteceu com ele, ou conosco no intervalo. No caso de "Avatar: Special Edition", lançado este mês aqui nos EUA, o amigo engordou um pouquinho: oito minutos e trocados de imagens foram acrescentados por James Cameron à versão original que foi o mega-arrasa-quarteirão do final de 2009.
Cameron adora fazer isso - na verdade, ele é um dos pioneiros, senão o pioneiro da tendência, hoje tão comum, de reeditar um filme para o lançamento em plataforma de consumo doméstico. Alguns dos primeiros títulos a receber este tratamento de engorda foram os seus "Alien" (nos cinemas em 1986, special edition em DVD, 1992) e "O Segredo do Abismo" (nos cinemas em 1989, edição especial em DVD em 1992 e 1999).
Logo depois, filmes tão variados quanto "Apocalypse Now", "O Exorcista" e "Star Wars" receberam novas versões com imagens adicionais.
Mais nem sempre é melhor - é o que se pode aprender revisitando alguns destes velhos amigos em suas novas roupagens. Exceções importantes são "Blade Runner", finalmente restaurado à sua visão inicial, fiel à obra de Philip K Dick, em sua “special edition” de 2007; e, em geral, os filmes de Cameron. Os pioneiros "Alien" e "O Segredo do Abismo" adquiriram uma dimensão de fato maior e mais complexa nas versões expandidas - entre outras coisas, um final inteitamente novo no caso de "O Segredo do Abismo", um olhar sobre a psicologia de Ripley como mãe sem filhos, no caso de "Alien".
O "Avatar: Special Edition" que está nas telas - em versão normal e IMAX - ainda não é a forma mais longa do filme, que sairá apenas em BluRay/DVD no final do ano depois que Cameron, esperto em ouvir e compreender os desejos da plateia, tiver uma boa medida se (em suas palavras) os fãs querem “saber mais sobre o mundo de Pandora”.
De fato, o adendo é curto comparado com, por exemplo, "Alien" - que recebeu mais 17 minutos - ou "O Segredo do Abismo" - mais 28 minutos. Os quase 9 minutos a mais de "Avatar" dão sobretudo mais atmosfera - Sully (Sam Worthington) vendo pela primeira vez uma manada de “sturmbeests” (ou tailoang em na’vi), gigantescos quadrúpedes herbívoros, meio dinossauro, meio rinoceronte; sua primeira refeição na aldeia na’vi; e a tão falada “cena de amor” entre ele e Neytiri (Zoe Saldana), bem menos reveladora do que se pode esperar (dica: envolve cabelos).

As adições mais notáveis são as cenas adicionais que oferecem contornos mais complexos para o personagem do guerreiro Tsu’Tei (Laz Alonso), e uma espetacular sequência de caçada aos sturmbeests-– que devia servir como lição a todo mundo que está fazendo 3D de quinta categoria. É fácil concluir porque os dois momentos-sturmbeest ficaram de fora da primeira versão de Avatar - certamente para atenuar as esperadas comparações com "Dança com Lobos". Os tailoang são certamente os tatanka, ou bisões, de Pandora…
Vale a pena revisitar o amigo? Quem não gostou da primeira vez vai continuar não gostando - nada, essencialmente, mudou; pelo contrário, a crença de Cameron no cinema-espetáculo está ainda mais enfatizada. Para os fãs, a caçada aos sturmbeests, sozinha, vale uma boa parte do ingresso. Ou esperem a outra versão desta obra em progresso, no final do ano.
ANA MARIA BAHIANA 
Especial para o UOL, de Los Angeles

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Jekyll & Hyde - O Médico e o Monstro


Este último final de semana aproveitando a passagem de meu pai, fomos ver o musical Jekyll & Hyde - O Médico e o Monstro.  Apesar de, em minha opinião, faltar àquela grande musica que marca o show os atores: Nando Prado, Kiara Sasso e Kacau Gomes dão um show e tanto. Esta última é dona de uma voz que faz a mocinha infelizmente ficar para trás. O espetáculo, baseado na obra clássica de Robert Louis Stevenson, já teve mais de 1.500 exibições no Plymouth Theater em Nova Iorque.
Segundo o prospecto O Médico e o Monstro já foi montado em 17 países e a produção brasileira tem custo estimado de R$ 6 milhões. Por sinal uma ótima idéia fazer com que ele parecesse um jornal tipicamente londrino de época. 
A versão brasileira envolve mais de 200 profissionais, contando com 28 atores e uma orquestra de 17 músicos que no dia em que fomos deu uma ou outra rateada, mas nada que prejudicasse o espetáculo.
 Sinopse do espetáculo
 A história acontece em Londres no ano de 1885, quando o brilhante doutor Henry Jekyll, procurando uma cura para a loucura de seu pai, tenta desenvolver uma fórmula para isolar o lado mau das pessoas, partindo do pressuposto de que todas têm duas personalidades. O médico pede permissão para testar sua fórmula em pacientes de um hospital local e, ao ter seu pedido negado, se voluntaria secretamente como cobaia da experiência, transformando-se em Edward Hyde, seu alter ego do mal. 
Os moradores da cidade começam a desconfiar das atitudes de Jekyll por passar horas trancado em seu laboratório às vésperas de seu casamento com a cobiçada Emma, e por seus encontros com a prostituta Lucy, que se torna alvo de interesse de Hyde. As coisas se complicam ainda mais quando é anunciada a morte do bispo de Basingstoke e Jekyll assina um testamento que deixa tudo para o recém-chegado Hyde. Enquanto isso, a personalidade de Hyde se apossa cada vez mais do dócil doutor Jekyll.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Viva a Pernanbuco!


Gostaria de abrir esta sessão de meu site prestando uma homenagem ao meu querido estado de Pernambuco.
Você chegou ao Recife, está adorando, mas não entende algumas expressões nem a psicologia dos locais da terrinha? Fácil! Aprenda com o dicionário de “Pernambucanês”!.
Citarei apenas alguns Ok, os demais deixo um dos vários sites que dispõe de nossos verbetes para maior aprendizado, visse!
alcatifa - carpete
alpercata - sandália de couro
aperreado - preocupado, com problemas, agoniado
arengar - discutir, brigar
biliro - grampo de cabelo
biscoito/bolacha - atenção, paulistas, vamos esclarecer de vez este quiprocó: biscoitos são "doces", e bolachas são apenas as "salgadas", ok?
bulir - mexer em algo
cambitos - pernas finas
chapoletada - pancada forte (procure não levar uma! ;-) )
cortar jaca - estimular, ajudar o namoro de amigos ou parentes
cotôco - resto ou pedaço
diadema - tiara
eita - exclamação
fuleiro - de má qualidade (objetos), sem-vergonha (pessoas)
gazear - faltar à aula ou ao trabalho
girador - do trânsito de veículos: circular, rotatória
gréia - azoação (ex: A festa foi a maior gréia)
liso - sem dinheiro
marretar - furtar coisas de pouco valor
oitão - parte do quintal que dá para os lados da casa
pantim - ficar com frescura
peba
- vagabundo, de má qualidade
pirangueiro - sovina, mão-fechada
peguento - suado, suarento
perronha - sujeito que joga mal futebol
pirangueiro - sujeito pão-duro, avarento
roncha - marca de pancada na pele
tabacudo - bobo, "abestalhado", abobado, "abilolado"
tamborete de zona - sujeito baixinho
trancilim - corrente com pingente
vôte! - interjeição de espanto (corruptela de "vou-te, homem!" mais usada no interior do estado)
xêxo - pedrinha redonda